segunda-feira, 16 de março de 2009

Trabalha-se depressa demais. Hoje em dia vive-se depressa demais. O problema não está na quantidade de coisas, mas na velocidade com que se se fazem. Depois fica tempo demais disponível para tudo o resto que se tem ou se julga necessitar de fazer, logo faz-se cada vez mais! Não há tréguas connosco, com os outros.

Hoje em dia faz-se tudo depressa demais.

Até amar alguém.

Calma...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Amanhã não... hoje!

Pensar que a vida é eterna é um erro, mas pensar que se é imortal, talvez seja um erro pior... e isto porquê? Porque vi como pode ser importante o mais pequeno gesto de conforto, um agradecimento, um olhar que seja! Que ninguém se impeça de fazê-lo, ocupando-se a si e aos outros com as quotidianas desculpas que o tempo não estica (pois não, nem o nosso) e que pode sempre ficar para amanhã. E quando o amanhã traz essa pontinha de mágoa e de arrependimento pelo que não se fez, quando se tornou presente? Tarde demais. Depois é tarde, hoje é que está a acontecer!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007


Dias depois é que se medita, se pensa no que aconteceu, em todas as coisas... e então se pensa no momento que antes se registou e no seu significado mais invisível...

Dias depois é que se fazem os balanços e se sorri, e se quer voltar ao tal lugar tão especial!